- O senhor nunca escreveu? (...)
- Nunca, e isso me inquieta. Pois não sou feliz a ponto de não precisar escrever. Tomei o propósito de, se em breve não sentir necessidade de fazê-lo, me suicidar por ser totalmente anormal!
R. Musil, O homem sem qualidades (P. 449)
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